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Resumo

RESUMO

 

Na atualidade é relevante que se discuta a importância do reúso de efluente tratado em cenários distintos. Neste sentido, o presente trabalho teve como objetivo avaliar de forma estimada o custo do reúso do efluente das Estações de Tratamento de Esgoto – ETEs, a partir do transporte entre o consumidor e o gerador. Para essa estimativa, foi adotado o custo de transporte de água em caminhão pipa apresentado pelo SINAPI, nos quatro estados da região sudeste do Brasil. Ainda foi possível comparar este custo com o valor das tarifas da água potável praticadas pelas companhias de cada estado em questão. Para a estimativa do valor das águas regeneradas adotou-se a premissa de que este custo inclui apenas o transporte até o consumidor e a desinfecção do efluente secundário deveria ser adotada na própria operação da ETE.  Acredita-se que essa medida possa, de certa forma,  estimular a inclusão da prática do reúso do efluente tratato na cultura brasileira. Verificou-se na pesquisa que essa comparação permitiu estimar a distancia máxima possível entre o gerador e o consumidor da água de reúso, que  mantivesse vantagem financeira em oposição ao consumo da água potável. Desta forma, concluiu-se que para os estados constituintes da região sudeste, a média da distância mais vantajosa economicamente ficou estabelecida em torno 77,5 km. Para o estado de São Paulo esse valor foi de 100 km, para o estado do Rio de Janeiro 110 km e, para Espírito Santo e Minas Gerais, 50 km. 

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Como Citar
de Araújo, B. M., Santos, A. S. P., & de Souza, F. P. (2017). COMPARATIVO ECONÔMICO ENTRE O CUSTO ESTIMADO DO REÚSO DO EFLUENTE DE ETE PARA FINS INDUSTRIAIS NÃO POTÁVEIS E O VALOR DA ÁGUA POTÁVEL PARA A REGIÃO SUDESTE DO BRASIL. Perspectivas Online: Exatas & Engenharias, 7(17). https://doi.org/10.25242/885X71720171091