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Resumo

A primeira convivência social da criança é a sua relação com seus genitores, sendo esta uma atribuição para escolha do parceiro amoroso no futuro, podendo assim, haver uma procura com o que se vivenciou e experimentou no seio familiar, ou de modo contrário. Desta forma, o presente estudo busca esclarecer a influência que os pais exercem na escolha do parceiro amoroso do filho, se as escolhas são mediadas através de semelhanças ou diferenças, e em como os transtornos conjugais futuros podem estar relacionados com os fatos ocorridos na infância. A metodologia utilizada foi do tipo descritivo e exploratório, com uma abordagem qualitativa, através de artigos encontrados no banco de dados do Scielo, e sites como UOL com maior aprofundamento na abordagem psicanalítica sobre a teoria do Complexo de Édipo. O ponto de partida é que diante da escolha do cônjuge implica os nossos pais, o que leva a uma semelhança das marcas da infância? Sendo a identificação a mais remota expressão de uma relação com outra pessoa em que implica em coisas boas do outro, mas também ruins, fazendo do ambiente familiar uma extrema potência, pois é uma influência para adquirir-se experiência e aprendizado, mas acima de tudo interpretação para uma vida futura. E que estas escolhas podem ser por similaridades ou diferenças do parceiro, pois assim ocorre uma correlação da criação que acontece inconscientemente, com questões edípicas que refletem na fase adulta na identificação do outro. Sendo o seio familiar uma turvação de vista dos relacionamentos amorosos futuros, porque há uma construção de si a partir daqueles, o indivíduo pode gerar um sentimento de insegurança e de culpa por não conseguir elaborar correto aquilo que foi impactado. Conclui-se que foi apontado que os filhos são demasiadamente influenciados pelos pais desde a infância, e que por vezes repetem durante a sua vida futura os comportamentos vistos no seio familiar. Seja para sua própria relação com seu parceiro, ou com o mundo, este indivíduo irá procurar ajustar aquilo que vivenciou, seja de forma positiva ou negativa cabe a ele tal percepção.

Palavras-chave

relação familiar escolha vida amorosa.

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Como Citar
A. VILLAÇA, L., A. P. OLIVEIRA, A., & C. BARRETO, E. (2018). A INFLUÊNCIA DOS PAIS NA VIDA AMOROSA DOS FILHOS. Humanas & Sociais Aplicadas, 8(22). https://doi.org/10.25242/887682220181534