SISTEMAS DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO ORGANIZACIONAL: EVOLUÇÃO E ATUALIDADE

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Henrique Rego Monteiro da Hora
Luis Enrique Valdiviezo Viera

Resumo

No atual nível de competitividade que se encontram a maioria dos mercados, a gestão dos níveis estratégicos, táticos e operacionais se tornam um fator crítico de sucesso e determinante para a sobrevivência das empresas, e só se pode gerir aquilo que se pode medir. A necessidade de se medir o desempenho de uma organização mediante seus objetivos ou missão é assunto de interesse de pesquisas acadêmicas e a literatura oferece uma série de modelos de sistemas de medição de desempenho organizacional (SMDO) para servir de base para as empresas medirem sua performance. Em um primeiro momento histórico, as organizações adotavam como critério de performance somente indicadores e relatórios econômicos e financeiros, como balancetes mensais, balanços anuais, retorno sobre investimento, etc. Com o incremento da competitividade nos últimos anos, os programas de melhoria contínua da qualidade e seus reflexo na produtividade, a importância estratégica da Informação e valorização de outros ativos intangíveis, os critérios de performance baseados somente em relatórios financeiros se tornam incompletos para se medir o desempenho de uma organização. Com isso, os SMDOs evoluíram também para considerar além dos indicadores financeiros, indicadores que refletissem essa nova realidade. Neste sentido, este trabalho se propõe a levantar os mais utilizados e mais discutidos SMDOs e fazer uma breve descrição ressaltando as principais características individuais. São eles: (i) Performance Measurement Matrix; (ii) SMART – Performance Pyramid; (iii) Integrated Performance Measurement System; (iv) Performance Prism; e (v) Balanced ScoreCard.
Palavras-chaves: SMDO, Ativos intangíveis, desempenho organizacional.

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